Onde se fala de tudo e nada. Onde a matéria dos sentidos se consubstancia em pixeis - que formam traços, que formam caracteres, que formam palavras concretas, com o fim único de serem lidas e interpretadas de acordo com a moral, a consciência, o sentido de humor e a inteligência de cada um.
Onde o registo intimista se expõe, hesitando entre a exposição pública de vícios privados e o recato devido a incidentes que se querem acobertados sob o espesso manto do esquecimento.
Onde a individualidade se confunde com a identidade societária. Onde, numa perspectiva damattiana, o velho sátiro e o desiludido amante vêm à boca de cena rasgar as vestes e carpir-se, numa catarse absolutamente desnecessária e, frequentemente, idiota.
Onde nada é o que é e nem tudo o que é, é. A cada um a sua interpretação. Afinal, a mim, tanto se me dá como se me deu.
Onde o registo intimista se expõe, hesitando entre a exposição pública de vícios privados e o recato devido a incidentes que se querem acobertados sob o espesso manto do esquecimento.
Onde a individualidade se confunde com a identidade societária. Onde, numa perspectiva damattiana, o velho sátiro e o desiludido amante vêm à boca de cena rasgar as vestes e carpir-se, numa catarse absolutamente desnecessária e, frequentemente, idiota.
Onde nada é o que é e nem tudo o que é, é. A cada um a sua interpretação. Afinal, a mim, tanto se me dá como se me deu.

